Desde o fechamento do Sanatório Padre Manoel da Nóbrega em agosto de 1998, a criação do CAPS em 2002, trouxe uma nova visão em saúde mental, "um tratamento mais humanizado", com a intenção de cuidar do portador de transtorno mental, até então, visto como louco e excluído.
Ao fazer uma análise do panorama da reforma psiquiátrica, em Altamira, hoje já se percebe um avanço significativo na qualidade do atendimento, nestes últimos anos.
Hoje já se observa um grande avanço no sentido do crescente número de usuários em alta, redução das internações, o que vem comprovar que É POSSÍVEL SIM, com tratamento adequado ofertado pelo CAPS, O PORTADOR DE TRANSTORNO MENTAL SER RECUPERADO. Cabe aqui destacar a importância da gestão municipal ao chamar para si a responsabilidade de criar e implantar serviços substitutivos para atender ao portador de transtorno mental, não somente isto, torna-se necessário à criação de políticas publicas que possibilitem reverter o modelo de exclusão e abra espaços para propostas de inclusão.
O desafio que ainda temos pela frente está posto. Cabe a cada ator comprometido com o processo de transformação da sociedade assumir sua parcela de responsabilidade para que as novas conquistas, cujo lema “CUIDAR SIM, EXCLUIR NÃO” continue sendo uma realidade em nosso município.
A equipe.









Seja o primeiro a comentar!
Postar um comentário